sexta-feira, 19 de junho de 2026

Sim, admito que errei


Sim, admito que errei.

Saber reconhecer que erramos é um ato de coragem e pode mudar todo o nosso futuro.

Insistir num mau comportamento irá afundar-nos cada vez mais, a nós e às pessoas que estão à nossa volta. Reconhecer pode fazer toda a diferença para o nosso futuro e das pessoas que amamos. 

Quase sempre, somos nós que primeiro, interiormente, reconhecemos que estamos a errar.

Eventualmente, reconhecemos que estamos a fazer mal à nossa saúde, que certa distração está a roubar demasiado do nosso tempo, que perdemos dinheiro no jogo, que a pornografia está a roubar a minha intimidade com meu conjuge (ou está a substituí-la), que o consumo da bebida alcoólica está a tirar-me a concentração ou quando faço coisas que não quero que o meu conjuge veja ou saiba.
Estas são as coisas que conseguimos detetar por nós mesmos.

Mas a seguir vem a parte dolorosa do comportamento: as pessoas que estão à nossa volta começam a perceber e o nosso mundo de conforto começa a desabar.

A seguir ao prazer ilícito que gera uma ilusão de conforto, vem o confronto. Até “seres apanhado” é uma questão de tempo.

A nossa primeira reação é a negação. A seguir necessitamos de mentir e passamos a esconder ainda mais o nosso comportamento.

O cônjuge começa a protestar cada vez mais. O risco do cônjuge adoecer é elevado e o potencial de nos tornarmos violentos aumenta também significativamente.


Porque reconhecer que erramos é tão difícil?

- Temos medo daquilo que as pessoas vão pensar;
- O nosso orgulho é afetado;
- Gera um desconforto pessoal enorme.

Vamos falar disto?


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